JAZZTÃO GERENCIANDO EQUIPES NO RITMO DO JAZZ

JAZZTÃO GERENCIANDO EQUIPES NO RITMO DO JAZZ

Eu sou um apaixonado por jazz e blues, costumo sempre trabalhar ouvindo música, isso estimula o meu pensamento e me faz manter o foco naquilo que estou fazendo. Os grandes nomes do jazz sempre foram os meus companheiros de trabalho, quando estou escrevendo gosto de ouvir Art Blakey, Herbie Hancock, John Coltrane, Sidney Bechet, Dizzy Gillespie, Muddy Waters e muitos outros monstros sagrados deste ritmo criativo e apaixonante. Foi de tanto ouvir jazz que percebi que as bandas de jazz tinham muito a nos ensinar sobre gestão, foi quando fiz uma conexão criativa entre duas ideias aparentemente distantes: o jazz e a gestão, o que deu origem ao título deste nosso treinamento, Jazztão Gerenciando Equipes no Ritmo do Jazz. A grande sacada por trás deste treinamento, foi utilizar o processo de improvisação criativa, marca registrada dos músicos de jazz em suas lendárias jam sessions, para gerenciar equipes de maneira mais ágil e eficiente.

Vivemos em um ambiente de negócios que se transforma a cada dia, a forma como agíamos e fazíamos as coisas na semana passada pode já não valer mais para semana que vem, temos que aprender, mudar e fazer ajustes em nossa operação o tempo todo para poder obter resultados. Em um mundo assim, temos que aprender a planejar e executar tudo ao mesmo tempo. Não dá mais para planejar para depois executar, temos que fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Mas como isso é possível ? Já é difícil para mim dar conta de todas as coisas que eu tenho que fazer e como é que eu vou conseguir planejar e executar ao mesmo tempo ?  Essa era a pergunta que eu fazia o tempo todo, mas eu via que os músicos de jazz faziam isso de maneira natural em suas apresentações.

Eles tinham um planejamento a seguir que era a partitura, mas sempre que era necessário eles mudavam os caminhos na hora da execução e criavam trechos inteiros de improviso para não perder o ritmo. Como eles conseguiam isso ? Essa era a pergunta que não queria calar. Foi estudando o método criativo dos músicos de jazz que entendi como eles faziam isso, aprendi como eles conseguiam se adaptar e corrigir o rumo na hora da execução sempre que alguma coisa dava errado. Essa forma de agir fazia parte do seu DNA musical, eles aprendiam a tocar pensando mais no improviso do que na partitura que tinham que seguir. Eles observavam os outros músicos a sua volta na hora da apresentação e ajustavam o seu ritmo ao ritmo uns dos outros na hora, de improviso. Não havia ensaio, eles ensaiavam enquanto o show rolava, e é essa a visão que eu trago para você no treinamento Jazztão Gerenciando Equipes n Ritmo do Jazz. Temos que aprender a criar soluções de improviso, enquanto estamos executando, para não perder o ritmo e comprometer os resultados da nossa equipe.

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