{"id":16,"date":"2021-09-28T15:45:35","date_gmt":"2021-09-28T18:45:35","guid":{"rendered":"http:\/\/radarexecutivo.com.br\/revista\/?p=16"},"modified":"2022-01-12T12:15:54","modified_gmt":"2022-01-12T15:15:54","slug":"a-bacteria-da-inovacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radarexecutivo.com.br\/revista\/2021\/09\/28\/a-bacteria-da-inovacao\/","title":{"rendered":"A BACT\u00c9RIA DA INOVA\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"<p>O que a bact\u00e9ria H. Pylori tem a ver com inova\u00e7\u00e3o ? Todo\u00a0 mundo que um dia j\u00e1 teve uma \u00falcera g\u00e1strica conhece bem essa bact\u00e9ria, ela se desenvolve no estomago, e \u00e9 respons\u00e1vel por provocar a maior parte das \u00falceras e gastrites que muitos de n\u00f3s um dia j\u00e1 desenvolvemos. A hist\u00f3ria da descoberta dessa bact\u00e9ria pode nos ensinar muito sobre inova\u00e7\u00e3o, sobre a cegueira da aten\u00e7\u00e3o e sobre disson\u00e2ncia cognitiva.\u00a0 A descoberta da bact\u00e9ria H. Pylori prova que a nossa mente pode nos enganar, nos fazendo ver coisas que n\u00e3o existem ou nos deixando cegos para coisas que est\u00e3o bem debaixo dos nossos olhos.<\/p>\n<blockquote><p>A nossa mente pode nos enganar, nos fazendo ver coisas que n\u00e3o existem ou nos deixando cegos para coisas que est\u00e3o bem debaixo dos nossos olhos.<\/p><\/blockquote>\n<p>O nosso sistema de vis\u00e3o n\u00e3o \u00e9 meramente f\u00edsico, n\u00f3s n\u00e3o enxergamos o mundo a nossa volta da mesma forma que uma c\u00e2mera de seguran\u00e7a enxerga, aquilo que vemos ou aquilo que n\u00e3o enxergamos, \u00e9 fruto de um conjunto complexo de intera\u00e7\u00f5es neuronais que come\u00e7am com a capta\u00e7\u00e3o das imagens pelos nossos olhos\u00a0 e terminam em uma estrutura que existe em nosso c\u00e9rebro chamada de striatium. O trajeto das imagens que processamos em nossa mente \u00e9 longo, s\u00f3 que n\u00e3o percebemos o tamanho desse trajeto porque tudo acontece de maneira quase instant\u00e2nea em nosso c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Quando uma imagem \u00e9 captada pelos nossos olhos atrav\u00e9s dos nossos nervos \u00f3ticos, come\u00e7a todo um longo caminho de processamento,\u00a0 a imagem que captamos atrav\u00e9s dos nossos dois nervos \u00f3ticos viaja para um parte posterior do nosso c\u00e9rebro que fica localizada logo atr\u00e1s da sua cabe\u00e7a um pouco acima da nuca chamada de c\u00f3rtex visual. O c\u00f3rtex visual comprime a imagem captada pelos nervos \u00f3ticos dez vezes, em seguida essa informa\u00e7\u00e3o comprimida segue para outra parte localizada no centro do c\u00e9rebro chamada de striatium. Nesse ponto a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 novamente comprimida trezentas vezes at\u00e9 que a imagem chegue aos chamados n\u00facleos basais que ficam no centro do striatium.<\/p>\n<blockquote><p>O trajeto das imagens que processamos em nossa mente \u00e9 longo, s\u00f3 que n\u00e3o percebemos o tamanho desse trajeto porque tudo acontece de maneira quase instant\u00e2nea em nosso c\u00e9rebro.<\/p><\/blockquote>\n<p>\u00c9 s\u00f3 neste ponto que damos sentido aquela informa\u00e7\u00e3o e decidimos o que fazer a seu respeito, \u00e9 a\u00ed que entendemos e descobrimos o que os nossos olhos viram. S\u00f3 que tem um detalhe, apenas uma pequena parte da informa\u00e7\u00e3o que captamos na retina chega\u00a0 a ser processada, o restante dessa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 descartada pelo nosso c\u00e9rebro. Para fazer isso o nosso c\u00e9rebro utiliza uma s\u00e9rie de filtros para selecionar a informa\u00e7\u00e3o que deve ser mantida e aquela que deve ser descartada. Esses filtros s\u00e3o comandados pelas nossas cren\u00e7as, pelas nossas certezas, pela nossa experi\u00eancia anterior e por tudo aquilo que consideramos como verdade.<\/p>\n<p>O c\u00e9rebro processa e seleciona as informa\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o aproveitadas utilizando modelos baseados nos h\u00e1bitos, nos comportamentos e nas atitudes que geralmente utilizamos para lidar com situa\u00e7\u00f5es e problemas parecidos com aqueles que estamos enfrentando naquele momento. Esse modelo \u00e9 muito parecido com os algoritmos utilizados pelas redes sociais, pelo Google e pelo Netflix para sugerir que filmes devemos assistir, que informa\u00e7\u00f5es nos interessam, ou que pessoas tem perfis parecidos com os nossos para nos apresentar. Esses algoritmos s\u00e3o inspirados nos modelos utilizados pelo nosso c\u00e9rebro para processar informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><span style=\"background-color: #ffffff;\">Nosso c\u00e9rebro compara as novas situa\u00e7\u00f5es com as situa\u00e7\u00f5es anteriores para fazer escolhas e tomar as suas decis\u00f5es. A nossa mente reprocessa a imagem que captamos com os nossos olhos e adiciona nela significados para que ela possa ser compreendida pela nossa consci\u00eancia. Tudo isso acontece em fra\u00e7\u00f5es de segundos, na maioria das vezes, de maneira impercept\u00edvel. Os par\u00e2metros utilizados pelo nosso c\u00e9rebro para tomar as suas decis\u00f5es s\u00e3o baseados em todo um hist\u00f3rico de escolhas, decis\u00f5es e a\u00e7\u00f5es tomadas anteriormente.<\/span><\/p>\n<p>A maioria de n\u00f3s tenta resolver os problemas do presente, com base em solu\u00e7\u00f5es que deram certo no passado, o que nem sempre \u00e9 eficiente, principalmente diante de cen\u00e1rios de mudan\u00e7as aceleradas como o que vivemos hoje. A cegueira da aten\u00e7\u00e3o e a disson\u00e2ncia cognitiva nos afastam das novas solu\u00e7\u00f5es, elas n\u00f3s fazem enxergar apenas os caminhos que j\u00e1 est\u00e3o estabelecidos em nossa mente.<\/p>\n<p>\u00c9 importante que se diga, que n\u00e3o enxergamos com os nossos olhos, nossos olhos s\u00e3o apenas a porta de entrada dos est\u00edmulos que ser\u00e3o processados e ir\u00e3o ganhar sentido em nossa mente. Quando olhamos para alguma coisa e percebemos o que estamos vendo \u00e9 o nosso c\u00e9rebro quem est\u00e1 em a\u00e7\u00e3o para nos fazer entender, classificar, customizar, processar e dar sentido aquela informa\u00e7\u00e3o. \u00c9 a nossa mente que nos faz enxergar ou deixar de ver alguma coisa. O nosso c\u00e9rebro nos mostra aquilo que ele est\u00e1 programado para ver, e elimina da nossa vis\u00e3o aquilo que ele n\u00e3o foi programado para enxergar.<\/p>\n<blockquote><p>Quando olhamos para alguma coisa e percebemos o que estamos vendo \u00e9 o nosso c\u00e9rebro quem est\u00e1 em a\u00e7\u00e3o para nos fazer entender, classificar, customizar, processar e dar sentido aquela informa\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p>S\u00e3o estes filtros mentais que determinam o que vemos e o que n\u00e3o vemos no ambiente a nossa volta. Vamos voltar ent\u00e3o para a hist\u00f3ria da descoberta da bact\u00e9ria H. Pylori, para ver o poder destes filtros em a\u00e7\u00e3o e entender como eles interferem naquilo que vemos. A bact\u00e9ria H. Pylori foi vista pela primeira vez em\u00a0 1979, eu digo vista, porque ela sempre esteve no estomago, s\u00f3 que ningu\u00e9m conseguia enxerg\u00e1-la. N\u00e3o, n\u00e3o era um problema de equipamentos ou de metodologia, eram simplesmente duas armadilhas da percep\u00e7\u00e3o que estavam atuando em conjunto : a cegueira da aten\u00e7\u00e3o e a disson\u00e2ncia cognitiva que estavam fazendo com que nenhum cientista conseguisse ver e identificar a bact\u00e9ria no estomago dos seus pacientes at\u00e9 aquela data.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio dos estudos da bacteriologia acreditava-se que as bact\u00e9rias n\u00e3o podiam crescer e se desenvolver em um meio \u00e1cido, os est\u00f4magos s\u00e3o meios \u00e1cidos, portanto, tinham que ser necessariamente est\u00e9reis, ou seja, n\u00e3o podia existir nenhuma bact\u00e9ria viva por l\u00e1. Essa era uma verdade estabelecida, um dogma que nunca tinha sido confrontado, uma regra aceita por todos os m\u00e9dicos, todos os bacteriologistas e por todos os patologistas desde sempre. Quando o patologista australiano Robin Warren viu pela primeira vez uma col\u00f4nia da bact\u00e9rias crescendo no estomago de uma paciente ele achou que tinha feito alguma coisa errada.<\/p>\n<p>Quando Robin Warren ampliou as imagens 100 vezes e mostrou as seus colegas, o seus colegas simplesmente n\u00e3o viram o que Robin estava vendo. Robin ent\u00e3o ampliou as imagens 1000 vezes, mesmos assim seus colegas continuavam insistindo que n\u00e3o havia bact\u00e9rias crescendo naquela amostra de tecido do estomago. Robin ent\u00e3o usou um microsc\u00f3pio eletr\u00f4nico de alta pot\u00eancia, e ampliou ao m\u00e1ximo que a tecnologia da \u00e9poca permitia, agora todos os cientista podiam ver claramente as bact\u00e9rias, mas mesmo assim, todos eles continuaram negando a sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Esse efeito \u00e9 o que chamamos de disson\u00e2ncia cognitiva, isso acontece quando algu\u00e9m prefere ajustar aquilo que est\u00e1 vendo \u00e0s suas cren\u00e7as a ter admitir que est\u00e1 errado. Nem que para isso, precise negar aquilo que est\u00e1 vendo ou acontecendo a sua volta. A cegueira da aten\u00e7\u00e3o age de maneira parecida, ela acontece porque a nossa aten\u00e7\u00e3o \u00e9 dirigida para aquilo que estamos procurando ou esperamos encontrar, quando n\u00e3o estamos procurando ou n\u00e3o esperamos encontrar alguma coisa em determinado lugar, o nosso c\u00e9rebro simplesmente elimina aquela informa\u00e7\u00e3o do nosso campo de vis\u00e3o, n\u00e3o permitindo que ela chegue ao nosso n\u00edvel de consci\u00eancia.<\/p>\n<blockquote><p>Quando n\u00e3o estamos procurando ou n\u00e3o esperamos encontrar alguma coisa em determinado lugar, o nosso c\u00e9rebro simplesmente elimina aquela informa\u00e7\u00e3o do nosso campo de vis\u00e3o<\/p><\/blockquote>\n<p>Robin sabia o que estava vendo, ele tinha feito a descoberta de bact\u00e9rias se desenvolvendo em meio \u00e1cido, ele tinha visto claramente que estas bact\u00e9rias estavam nos est\u00f4magos daqueles pacientes e estavam provocando \u00falceras e gastrite. Toda a comunidade m\u00e9dica virou as costas para a descoberta de Robin, a cren\u00e7a de que n\u00e3o podia haver bact\u00e9rias no estomago era mais forte do que as evid\u00eancia cientificas apresentadas por Robin, mas ele n\u00e3o desistiu nem deixou se abater, ele seguiu em frente com a firme certeza daquilo que ele estava vendo, mesmo que todos os outros negassem as evid\u00eancias apresentadas por ele.<\/p>\n<p>Os seus colegas cientistas diziam que as bact\u00e9rias n\u00e3o podiam estar ali, simplesmente porque ningu\u00e9m nunca as tinha visto antes, durante dois anos, Robin coletou amostras que mostravam claramente as bact\u00e9rias crescendo no estomago, ele descobriu que 90 % dos pacientes que apresentavam essas bact\u00e9rias apresentavam ulceras no estomago e que todo paciente que tinha ulcera no duodeno tinha essa mesma bact\u00e9ria. Foram necess\u00e1rios mais quatro anos de pesquisa para provar uma coisa que estava ali na cara de todos os cientistas, mas que ningu\u00e9m conseguia ver, ningu\u00e9m a n\u00e3o ser Robin Warren.<\/p>\n<p>Em 1984, Robin escreveu uma carta a prestigiada revista Lancet relatando as suas descobertas, o seu artigo quase deixou de ser publicado porque ningu\u00e9m acreditou que aquilo podia ser verdade, mesmo assim o editor da revista Lancet resolveu publicar o artigo. Depois do artigo publicado dezenas de outros cientistas come\u00e7aram a rever as suas pesquisas e as suas amostras, e milagrosamente come\u00e7aram a ver a bact\u00e9ria H Pylori em milhares de amostras de tecidos do estomago distribu\u00eddas em centenas de centros de estudo ao redor do mundo. De uma hora para outra, aquilo que ningu\u00e9m conseguia ver, passou a ser visto por todos.<\/p>\n<p>Em 2004, Robin Warren ganhou o Pr\u00eamio Nobel pela descoberta da bact\u00e9ria H. Pylori, uma bact\u00e9ria que estava \u00e0 vista de todos, que aparecia em centenas de amostras de tecido e ningu\u00e9m via simplesmente porque a mente dessas pessoas estava programada para n\u00e3o ver. A cren\u00e7a de que uma bact\u00e9ria n\u00e3o podia crescer e se desenvolver em meio acido tinha cegado a vis\u00e3o de todos os outros cientistas. A maioria deles estava cara a cara com a bact\u00e9ria H. Pylori todos os dias, mas a sua mente e os seus olhos preferiram dar ouvidos a verdade que estava estabelecida. Eles n\u00e3o viram, porque a sua mente os fazia n\u00e3o enxergar.<\/p>\n<p>Que li\u00e7\u00e3o podemos aprender com hist\u00f3ria do Dr. Robin Warren e com a pesquisa que revelou ao mundo a bact\u00e9ria que estava escondida \u00e1 vista de todos os m\u00e9dicos. A li\u00e7\u00e3o \u00e9 essa : nunca aceita uma verdade, um dogma ou uma cren\u00e7a apenas porque ela est\u00e1 estabelecida e todo mundo concorda com ela, toda vez que voc\u00ea come\u00e7ar a ver uma coisa que ningu\u00e9m mais est\u00e1 enxergando, n\u00e3o pense que voc\u00ea est\u00e1 ficando louco, pesquise mais um pouco para comprovar a sua vis\u00e3o e o seu ponto de vista.<\/p>\n<blockquote><p>Nunca aceita uma verdade, um dogma ou uma cren\u00e7a apenas porque ela est\u00e1 estabelecida e todo mundo concorda com ela<\/p><\/blockquote>\n<p>N\u00e3o desista da sua vis\u00e3o apenas porque ningu\u00e9m est\u00e1 enxergando aquilo que voc\u00ea est\u00e1 vendo, siga em frente, trabalhe mais, pesquise mais, busque mais informa\u00e7\u00f5es at\u00e9 que voc\u00ea tenha a certeza daquilo que voc\u00ea est\u00e1 vendo, n\u00e3o permita que as armadilhas da percep\u00e7\u00e3o afastem voc\u00ea do seu caminho. Mantenha seus olhos firmes e a sua mente aberta para o novo, para o inusitado, para aquilo que \u00e9 incomum, n\u00e3o limite as suas escolhas, os seus pensamentos e as suas ideias. Quando voc\u00ea encontrar algo novo, n\u00e3o feche os olhos,\u00a0 n\u00e3o ignore o que voc\u00ea est\u00e1 vendo, mesmo que todo mundo a sua volta, n\u00e3o consiga enxergar, as coisas do mesmo jeito que voc\u00ea v\u00ea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1451 alignleft\" src=\"http:\/\/radarexecutivo.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/IMAGEM-2-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"157\" height=\"157\" srcset=\"https:\/\/radarexecutivo.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/IMAGEM-2-300x300.jpg 300w, https:\/\/radarexecutivo.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/IMAGEM-2-150x150.jpg 150w, https:\/\/radarexecutivo.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/IMAGEM-2-130x130.jpg 130w, https:\/\/radarexecutivo.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/IMAGEM-2.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 157px) 100vw, 157px\" \/>Autor: Prof. Jorge Menezes \u00e9 palestrante, jornalista, escritor, colunista nas \u00e1reas de empreendedorismo e neg\u00f3cios. Apresentador do Canal Radar Executivo no YouTube e do Podcast Radar Executivo no Spotify. \u00c9 autor de v\u00e1rios best-sellers: <a href=\"https:\/\/amzn.to\/31AtOgI\">Aprenda a Negociar com os Tubar\u00f5es\u00ae (2013)<\/a>, <a href=\"https:\/\/amzn.to\/3GuogTz\">Transformando Networking em Neg\u00f3cios\u00ae (2015)<\/a> e <a href=\"https:\/\/amzn.to\/31Rfro0\">O C\u00f3digo Secreto da Venda\u00ae (2020<\/a>) todos publicados pela Editora Alta Books &#8211; Contato: (81) 9 9119-5002 Whatsapp<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Visite o hot site do curso O C\u00f3digo Secreto da Venda no Hotmart :\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ocodigosecretodavenda.com.br\">http:\/\/www.ocodigosecretodavenda.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Spotify Embed: #013 A BACT\u00c9RIA DA INOVA\u00c7\u00c3O\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/5qTFIDuQEqXRGL5H67P959?si=d7003d1813ae415e&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"A BACT\u00c9RIA DA INOVA\u00c7\u00c3O\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oozqk2LQsEQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que a bact\u00e9ria H. 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